Alinhado à estratégia de ampliação de fontes renováveis em sua matriz energética, a Vale vem investindo, desde 2008, na produção de biodiesel, por meio de um consórcio com a empresa brasileira Biopalma da Amazônia S.A.
A iniciativa permite a produção do óleo de palma, mais conhecido como dendê, matéria-prima para a fabricação de biodiesel. A partir dessa matéria-prima é possível criar a mistura chamada B20 (20% de biodiesel e 80% de óleo diesel de origem fóssil). Em 2011, a Vale adquiriu o controle da Biopalma, o que possibilitará a produção de B20 para a utilização de todas as operações em Carajás, no estado do Pará, Brasil.
O objetivo da empresa é utilizar o B20, a partir de 2015, como combustível da frota de locomotivas, equipamento e maquinário pesados da Vale no país. Essa substituição promove uma redução direta das emissões de gases do efeito estufa na etapa de consumo final.